Spread my wings,
close my eyes
Forget small things,
embrace the skies
Let this moment engulf me
Let the world disappear
Let there be no time but this one,
no place but here
Postpone fear and worry,
Cherish this breathing
that makes me so sorry
to think that I'm leaving...
17 September 2007
8 August 2007
A minha vida dava um CD
Puseste o CD a tocar, e a música bateu em cheio no que me ia na mente... o que não deixa de ser incrível, tendo em conta as centenas de CDs que há em tua casa... Deixei-me ficar, deitada, confortável e quieta, a ouvir... a deixar a música tocar os filmes todos novamente na minha cabeça... sorrir com coisas que na altura não conseguia... recordar... imaginar novamente o que ia acontecer a seguir...
Oiço a música e lembro-me de já ter estado ali deitada a ouvi-la... Tal como mais tarde oiço outra e me lembro de saltar ao seu som... Oiço uma música e lembro-me de me teres dado aquela letra escrita...
Oiço uma música e lembro-me da nossa primeira vez... em que não havia música para além das ondas, da nossa respiração, e dos nossos comentários "embriagados" pelo que acabara de acontecer... E lembro-me de alguns dias depois te escrever a primeira carta, e acabar de encher a folha com a letra de uma outra música - de um cantor do qual tu nem gostas, mas não interessa. E isso lembra-me um outro dia, em que te "escondi" um bilhete no bolso, convencida que o tinhas sentido. Só horas depois, já em casa, recebi a mensagem: Não imaginas como fiquei feliz ao encontrar o teu bilhete! Uns meses mais tarde, escondi bilhetinhos pela casa toda, para que os fosses encontrando ao longo do dia... Se soubesses o gozo que me deu escrever aquelas mensagens!... Confesso: adoro preparar-te essas pequenas surpresas. E adoro ver-te reagir a elas... adoro o facto de me deixares cantar-te músicas no caminho para casa sem tapares os ouvidos nem esconderes a cara... adoro o facto de prestares atenção à letra e perceberes o que quero dizer...
E depois lembro-me: foi com uma música - a nossa música - que puseste fim à nossa primeira grande discussão antes de ela começar! Só podia ser um bom sinal...
Oiço a música e lembro-me de já ter estado ali deitada a ouvi-la... Tal como mais tarde oiço outra e me lembro de saltar ao seu som... Oiço uma música e lembro-me de me teres dado aquela letra escrita...
Oiço uma música e lembro-me da nossa primeira vez... em que não havia música para além das ondas, da nossa respiração, e dos nossos comentários "embriagados" pelo que acabara de acontecer... E lembro-me de alguns dias depois te escrever a primeira carta, e acabar de encher a folha com a letra de uma outra música - de um cantor do qual tu nem gostas, mas não interessa. E isso lembra-me um outro dia, em que te "escondi" um bilhete no bolso, convencida que o tinhas sentido. Só horas depois, já em casa, recebi a mensagem: Não imaginas como fiquei feliz ao encontrar o teu bilhete! Uns meses mais tarde, escondi bilhetinhos pela casa toda, para que os fosses encontrando ao longo do dia... Se soubesses o gozo que me deu escrever aquelas mensagens!... Confesso: adoro preparar-te essas pequenas surpresas. E adoro ver-te reagir a elas... adoro o facto de me deixares cantar-te músicas no caminho para casa sem tapares os ouvidos nem esconderes a cara... adoro o facto de prestares atenção à letra e perceberes o que quero dizer...
E depois lembro-me: foi com uma música - a nossa música - que puseste fim à nossa primeira grande discussão antes de ela começar! Só podia ser um bom sinal...
15 June 2007
Tempos e vontades
Às vezes, só quero ficar... assim, como estamos hoje. Sorriso nos lábios, anichados um no outro, serenos e felizes. Agarrados a este presente, sem querer mais nada que esta cumplicidade, estes dedos entrelaçados... o teu coração a bater-me ao ouvido e as nossas bocas a trocarem conversas, falando de tudo, dizendo disparates, brincando juntos...
Outras vezes, fazes-me sonhar... sonhar aqueles sonhos que desde criança não me atrevia... sonhos com vestidos brancos (ou não), convidados, discursos, surpresas... sonhos com paredes e tectos, camas e berços... sonhos que raramente me atrevo a articular, mas aparecem de mansinho quando menos espero.
E depois há as vezes que fico com medo do futuro, e de como vamos lidar com ele... não o futuro longínquo dos sonhos, mas o futuro próximo... medo do desconhecido que está ao virar da esquina, do tempo e das circunstâncias que nos vão afastar... medo das nossas reacções (tão diferentes!) ao afastamento...
Mas há sempre, sempre, a noção da sorte que tive em já ter tido tanto, e a segurança dos teus braços e do teu olhar, que se juntam para me fazer acreditar!
Outras vezes, fazes-me sonhar... sonhar aqueles sonhos que desde criança não me atrevia... sonhos com vestidos brancos (ou não), convidados, discursos, surpresas... sonhos com paredes e tectos, camas e berços... sonhos que raramente me atrevo a articular, mas aparecem de mansinho quando menos espero.
E depois há as vezes que fico com medo do futuro, e de como vamos lidar com ele... não o futuro longínquo dos sonhos, mas o futuro próximo... medo do desconhecido que está ao virar da esquina, do tempo e das circunstâncias que nos vão afastar... medo das nossas reacções (tão diferentes!) ao afastamento...
Mas há sempre, sempre, a noção da sorte que tive em já ter tido tanto, e a segurança dos teus braços e do teu olhar, que se juntam para me fazer acreditar!
7 April 2007
Momentos
Lembro-me de passar fins-de-semana no XiraBasket e no torneio da SFRA, e lembro-me de passares horas em campeonatos de trampolins por este país fora, a apoiar-me, filmar-me e (sobretudo) a aturar-me...
Lembro-me de chegar a casa depois de uma semana nas Berlengas, e não ter quarto por estar a ser pintado. Lembro-me de ficar na conversa contigo, de uma cama para a outra, até altas horas da madrugada... mesmo depois de a mãe nos ter vindo dizer que dormíssemos, que tínhamos um longo dia pela frente e que eu estava cansada... E estava, mas... as nossas conversas sempre foram assim, inesperadas, e inesperadamente longas. Palavra puxa palavra, uma história lembra uma aventura, uma expressão lembra um receio ou uma novidade, e as palavras vão-se estendendo... Mas só de vez em quando, que a maior parte das vezes nem falamos muito, vamo-nos só certificando que está tudo bem com o outro.
Mas de vez em quando... de vez em quando há estes momentos. Momentos em que passamos a tua hora de almoço de sábado toda na conversa, ininterruptamente, trocando palavras e olhares cúmplices à mesa dos avós, e prolongando a conversa até teres que entrar no carro e ir trabalhar. Momentos como quando me telefonaste para a Islândia porque fui a primeira pessoa com quem quiseste falar quando o teu namoro acabou, apesar de normalmente não trocarmos muitas confidências nesse campo. Momentos como eu ter de repente vontade de falar contigo a meio do inter-rail, precisamente na semana em que (sem eu saber) tiveras um acidente de carro... Momentos em que me pegas ao colo quando um de nós chega de viagem, e rodopias. Momentos em que passamos horas a pôr o mundo no lugar, em que rimos juntos de piadas que mais ninguém percebe, ou em que te consigo fazer cócegas sem levar pontapés (braços torcidos não contam!)...
Por todos esses momentos, mas sobretudo pela cumplicidade que mantemos sempre apesar das nossas "vidas sociais" completamente distintas... tenho saudades!
E porque serás sempre o meu "maninho", por muito que tenhas o dobro do meu tamanho... tem cuidado contigo, e... não faças nada que eu não fizesse!;)
Lembro-me de chegar a casa depois de uma semana nas Berlengas, e não ter quarto por estar a ser pintado. Lembro-me de ficar na conversa contigo, de uma cama para a outra, até altas horas da madrugada... mesmo depois de a mãe nos ter vindo dizer que dormíssemos, que tínhamos um longo dia pela frente e que eu estava cansada... E estava, mas... as nossas conversas sempre foram assim, inesperadas, e inesperadamente longas. Palavra puxa palavra, uma história lembra uma aventura, uma expressão lembra um receio ou uma novidade, e as palavras vão-se estendendo... Mas só de vez em quando, que a maior parte das vezes nem falamos muito, vamo-nos só certificando que está tudo bem com o outro.
Mas de vez em quando... de vez em quando há estes momentos. Momentos em que passamos a tua hora de almoço de sábado toda na conversa, ininterruptamente, trocando palavras e olhares cúmplices à mesa dos avós, e prolongando a conversa até teres que entrar no carro e ir trabalhar. Momentos como quando me telefonaste para a Islândia porque fui a primeira pessoa com quem quiseste falar quando o teu namoro acabou, apesar de normalmente não trocarmos muitas confidências nesse campo. Momentos como eu ter de repente vontade de falar contigo a meio do inter-rail, precisamente na semana em que (sem eu saber) tiveras um acidente de carro... Momentos em que me pegas ao colo quando um de nós chega de viagem, e rodopias. Momentos em que passamos horas a pôr o mundo no lugar, em que rimos juntos de piadas que mais ninguém percebe, ou em que te consigo fazer cócegas sem levar pontapés (braços torcidos não contam!)...
Por todos esses momentos, mas sobretudo pela cumplicidade que mantemos sempre apesar das nossas "vidas sociais" completamente distintas... tenho saudades!
E porque serás sempre o meu "maninho", por muito que tenhas o dobro do meu tamanho... tem cuidado contigo, e... não faças nada que eu não fizesse!;)
9 February 2007
Sobre mim...
| |
A bit of evil lurks in your heart, but you hide it well. In some ways, you are the most dangerous kind of evil. |
How Evil Are You?
| The True You |
You want your girlfriend or boyfriend to do more for you. With respect to money, you are a bit stingy. You think good luck might come your way, but if it does you'll be so surprised you'll burst out laughing. The hidden side of your personality tends to be satisfied to care for things with a minimal amount of effort. You are tend to think about others' feelings a lot, perhaps because you are so eager to be liked. When it comes to finding a romantic partner, you base your search on information from your friends. |
Who's The True You?
| You Have Low Self Esteem 12% of the Time |
Which can be translated to mean, you have high self-esteem and a healthy sense of self worth. You believe in yourself, and you know how to be the real you. You love yourself, imperfections and all. |
How is Your Self Esteem?
Segundo uns questionários que andam para aí, claro!;)
| Your Life is 65% Perfect |
Your life is pretty darn perfect. You don't have much to complain about. Of course, your life is occasionally less than perfect. But you're usually too happy to notice. |
Segundo uns questionários que andam para aí, claro!;)
26 January 2007
Verdade bonita...
"Damo-nos bem, tu e eu, tens um bom sentido de humor e rimo-nos juntas, com aquele riso das mulheres, que nasce da cumplicidade"
Isabel Allende, Inês da Minha Alma
Isabel Allende, Inês da Minha Alma
10 January 2007
À falta de ideias originais,
duas citações:
"Why don't you and I get together,
fly to the moon and straight on to heaven?
Heads we will, tales we'll try again..."
"Blind man on the corner says it's simple,
like flipping a coin
don't matter what side it lands on if its
someone else's dime"
"Why don't you and I get together,
fly to the moon and straight on to heaven?
Heads we will, tales we'll try again..."
"Blind man on the corner says it's simple,
like flipping a coin
don't matter what side it lands on if its
someone else's dime"
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