June 07, 2009
all the things I didn't know.
All the smiles that you would give me,
all the space to help me grow.
I wasn't looking when I found you;
it kind of caught me by surprise.
I don't know what it was that bound you,
but I was hanging from your eyes
They saw things I didn't know,
things I didn't dare to look for...
Your wit pierced through to my soul,
touched a chord unheard before...
You made my smile a permanent fixture
in those dazzling first few weeks,
and even almost eight years later
you still keep it on my lips!
I'd like somehow to thank you,
but can't seem to find the song...
Guess I'll just wrap my arms around you
and love you all life long.
October 02, 2008
Nove e dez...

Ter esta conversa, pelos dois lados, sempre que for preciso...
Não que esta seja uma dessas ocasiões, até porque ultimamente têm sido todos excepcionalmente queridos comigo... obrigada!
A imagem é parte deste capítulo do webcomic em que ando viciada: Something Positive, de Randy K Milholland.
September 28, 2008
8 Coisas...
- usar o teleporte para poder sempre estar com quem quero
- ir à Austrália e à Nova Zelândia (e a vários outros sítios, mas estes estão no topo da lista)
- engravidar (desculpa, Rain...)
- fazer rappel (e possivelmente escalada) numa parede natural
- conseguir retribuir a todas as pessoas que me fazem feliz (Obrigada...)
- ensinar uma certa pessoa a nadar, e re-aprender a andar de bicicleta
- ver aqui outro post do Zack
- saltar uma última vez
E, como sou uma daquelas pessoas que ou são altamente cegas ou irritantemente persistentes... passo o desafio aos suspeitos do costume: Balmoth e Zack. Mas como ainda tenho noção da realidade suficiente para saber a probabilidade de responderem, acrescento ainda a regressada MJNuts, porque tenho curiosidade de saber as suas 8... ;) E a Mireia - prometo esforçar-me por perceber a resposta en catalán...
September 07, 2008
For my happiness
if I decide to roam far?
I know who you are,
but I wonder what you'd do...
You're independent,
and maybe that's why I love you
You told me once
you woudn't fight for me
Though in saying so, you did:
giving me up for my own happiness
made me see that you were it.
And yet I sit and wonder
My heart refuses to heed my brain
I know you want to make this work,
but if the choice comes again...
... Will you let me fly north,
south, east, west,
because for me it's best,
but stay behind to live your life?
Because I'd rather not take flight
if it means leaving you behind
I'd rather not open my wings
and heed the song that my heart sings
I'd rather stay,
flightless and caged,
but stay engaged...
I love that you encourage me to fly,
but please don't hesitate to ask me to stay
because to me happiness is you and I,
no matter what, and come what may.
June 18, 2008
Right then
and smelled like a spring day
You felt like the summer night
when I was blown away...
May 23, 2008
Linda...
- Fecha a cort
- sshhh... - Pôs um dedo nos meus lábios em sinal de silêncio, e selou-os com o primeiro de uma chuva de beijos rápidos, vagueando-me pela face até ao pescoço. Por um momento fiquei parada, sem conseguir fazer nada a não ser apreciar o tamborilar: dos beijos dele no peito, e das gotas de água nas costas... Senti-lhe a mão a fugir da água, por reflexo, e estiquei a minha para a torneira da água fria, aumentando a torrente.
- Vamos inundar a casa-de-banho! - Já virada outra vez para ele, levantei a mão na direcção da cortina, mas ele agarrou-ma, avançou até ficar encostado a mim, e plantou-a na própria nádega. Enquanto o apertava com força contra mim, quase em bicos de pés, ele desligou as torneiras. Segurou-me as mãos, deu um passo atrás, e o olhar dele não me percorreu, envolveu-me.
- És linda...
E eu senti-me linda, enquanto saiu do chuveiro, ainda de mãos dadas comigo, e me guiou até ao quarto...
... e ainda me sinto linda, aqui deitada no lençol molhado, enquanto me olha dos pés da cama com ar de quem quer guardar o momento para sempre, e repetir tudo outra vez.
Uma parte de mim diz-me que devia lembrar-lhe que tem trabalho para acabar, mas não consigo forçar os lábios a formar as palavras... Tem que ser... Respiro fundo, mas quando abro os olhos está a gatinhar por cima do meu corpo, até estar praticamente deitado. O ar quente que lhe sai da boca acaricia-me o ouvido:
- Amo-te.
E nesse instante estou rendida. Não há mais menina bem-comportada e responsável, não há preocupação, não há dever, não há pensamento.
Só há o meu ser a querer para sempre fazer parte do teu...
May 09, 2008
Suave pensamento...
- Também queres ser peluche, é? Olha, somos dois... Vá, anda lá, já que não me deixas ficar aqui a pensar, ao menos deixa-me tirar a tralha dos bolsos! Telemóvel - acabei de sair de ao pé dela, porquê a leve desilusão por não ter mensagens? - ...chaves, aqui na prateleira de cima para um certo bicho não andar a correr pelo corredor fora com elas, carteira, lixo... - Olhei para o papel que tinha na mão, e em vez de um qualquer folheto do Dr. Mamba ou da loja-não-sei-quê, era... um papel branco, dobrado. Desdobro-o, e o coração acelera ao reconhecer a letra. Leio. Levanto os olhos do papel para absorver o que acabo de ler; volto a baixá-los, e leio tudo novamente. O poema, e a mensagem por baixo... duas vezes, essa leio-a duas vezes.
Enquanto esperava que chegasses, saiu-me isto...
por uma vez, abençoo a minha tendência crónica para os atrasos...
Quando chegaste com o peluche, nunca mais me lembrei
sorrio
não sei porquê... ;P
faz sempre os smileys de lado, mesmo quando escreve à mão
Entretanto chegou o resto do pessoal, e já não deu para to entregar. Mas queria que o recebesses, sobretudo depois do que fizeste... depois de tudo o que fizeste, e não estou a falar só do peluche! Obrigada. Obrigada
tive que dar uma meia gargalhada: muito gosta ela desta palavra!
pelo peluche, adorei... nunca tive nenhum tão suave... tal como nunca senti uma pele tão suave como a tua, nem um toque tão carinhoso como o teu... Obrigada! Amo-te mais do que algum dia saberei dizer-te, e só espero um dia poder recompensar-te como mereces
Já recompensaste! Será possível que ela não o veja? que não veja o sorriso nos meus olhos e a leveza do meu passo assim que a vejo? Como esta manhã, quando a vi, lá do fundo, sentada na esplanada... a escrever! A escrever este poema... levantou a cabeça pouco depois, e ficou a ver-me aproximar... De certeza que viu como gostei de a sentir observar-me... admirar-me... Quase tive vontade de desacelerar o passo, para sentir aquele olhar de apreciação por mais tempo... Mas queria estar perto dela, dar-lhe o beijo de bons-dias, e o peluche... Sorrio ao lembrar-me: quase tive que a obrigar a abrir o embrulho! Mas... quando é que ela teve tempo de escrever o resto? E como é que me pôs o bilhete no bolso sem eu dar por isso? Quando fui à casa-de-banho? Não, nessa altura já tinha chegado pessoal... Ela não escrevia isto no meio do pessoal, e não me lembro de ter ficado sozinha... A não ser... quando ficou a guardar a mesa enquanto eu e o João fomos comprar o lanche! Descobri-te! Mas... como é que me meteste o bilhete no bolso sem eu dar por nada? Quando nos beijamos as nossas mãos costumam ocupar-se com outras coisas, e à despedida estavas abraçada a mim, e tinhas o peluche na mão - realmente, não o largaste o dia todo! - mas... que importa? De alguma forma, essas mãos de fada conseguiram surpreender-me outra vez... "tal como nunca senti uma pele tão suave como a tua, nem um toque tão carinhoso como o teu"... ai, pudesse eu tocar-te agora, fazia-te carinhos até o mundo acabar... A minha mão parou, e é então que me apercebo que estava mecanicamente a fazer festas ao gato. Devo-me ter sentado na cama enquanto lia, mas nem dei conta... desta vez, nem o salto do gato para o colo me despertou do sonho com aquela cara...
- Vamos jantar?
- Vou já, mãe...
... primeiro tenho só que mandar uma mensagem...
"Não imaginas como fiquei feliz ao encontrar o teu bilhete! Enquanto me deixares, o meu toque continuará a cobrir de carícias a tua pele suave e alva..."